Na manhã deste Sábado(25), a comunidade da Volta Grande, no interior de São Jorge d'Oeste, foi palco de uma importante ação ambiental: a realização da Expedição Guardiões do Rio Chopim. O evento aconteceu nas proximidades da balsa do Antonello e reuniu lideranças, voluntários e representantes do poder público em um movimento coletivo de conscientização e preservação dos recursos hídricos.
A iniciativa integra um conjunto de ações promovidas pelo Instituto Guardiões dos Rios, que tem como missão fortalecer a integração regional e desenvolver projetos voltados à proteção do Rio Chopim e seus afluentes. Entre as atividades desenvolvidas durante a expedição, destacam-se o repovoamento do rio com soltura de peixes, ações educativas e o incentivo à preservação das nascentes e da vegetação nativa.
De acordo com Clair Antonello, membro do grupo organizador, a proposta vai além de uma ação pontual. “Nosso objetivo é promover a integração entre municípios, entidades e a população, estimulando projetos que defendam o meio ambiente e garantam a qualidade da água para as futuras gerações”, destacou. Ele também ressaltou que o trabalho envolve iniciativas como produção de mudas nativas, educação ambiental e mobilização comunitária.
O presidente do Instituto, Edson Pim, enfatizou o simbolismo da ação. “Estamos devolvendo ao rio um pouco do que ele sempre ofereceu à população. É um gesto simples, mas que representa um compromisso coletivo com a preservação”, afirmou.
Representando o município, o vice-prefeito Gilmar Paixão acompanhou a atividade e destacou a importância da conscientização ambiental. “Esse trabalho faz diferença para toda a nossa agroecologia e reforça que a responsabilidade pela preservação é de cada um de nós. Precisamos refletir e agir em prol da natureza”, pontuou.
O Rio Chopim, que atravessa diversos municípios da região sudoeste do Paraná, possui papel fundamental no abastecimento, na produção agropecuária e na manutenção dos ecossistemas locais. A preocupação com a qualidade de suas águas envolve não apenas o curso principal, mas também seus inúmeros afluentes, que sofrem impactos diretos das atividades humanas.
A expedição reforça a necessidade de união entre sociedade, poder público e instituições para garantir a preservação dos recursos naturais. Mais do que um evento, a ação representa um chamado à responsabilidade coletiva, lembrando que o futuro da água depende das atitudes tomadas no presente.
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